Porque se tornou artista?
„Já na adolescência sentia que precisava de uma saída para a minha exuberante criatividade. Por vezes, não sabia onde colocar todas as ideias na minha cabeça. A profissão de artista permite-me pôr até os pensamentos mais loucos no papel, porque os artistas ainda têm uma aura de "fora de contacto". Sempre que seguro o metal nas minhas mãos e começo a criar uma nova obra de arte, sei que encontrei a minha vocação.”
Em que está a trabalhar de momento?
„Neste momento estou a trabalhar numa nova série de modelos de esculturas de parede em metal, cujos me ocupam na vida quotidiana. O processo criativo é algo muito pessoal e eu gosto de ser inspirado pelo meu ambiente. Ainda não coloquei quaisquer ideias em termos concretos, mas os numerosos esboços estão apenas à espera de serem trabalhados em pormenor.”
O que seria se não fosse artista?
„Teria aberto um pequeno hotel onde acolho visitantes de todo o mundo na Tailândia. Em busca de novas ideias para as minhas esculturas de parede, encontro todos os dias coisas novas e desconhecidas. Como residente de um dos destinos de viagem mais populares, aprendi rapidamente que também se pode encontrar ideias em culturas e modos de vida dos estrangeiros/turistas. Acho fascinante o intercâmbio com pessoas de outras nacionalidades, e eu teria feito disso uma alternativa ao meu propósito de vida.”